top of page

Rito para Abertura do Ano Jubilar 2025 na Diocese de JataĆ­.

  • Foto do escritor: Henderson Souza
    Henderson Souza
  • 26 de dez. de 2024
  • 15 min de leitura

Atualizado: 30 de dez. de 2024



Após a benção do Santíssimo (Igreja do rosÔrio Jataí-GO), o povo se concentra na porta da Igreja. O Bispo, dirigindo-se ao povo, diz:

Ā 

Dom Joaquim:Ā Em nome do Pai e do Filho e do EspĆ­rito Santo.

Povo: Amém.

Depois saĆŗda o povo reunido:

Dom Joaquim: O Deus da esperança, que, no Verbo feito carne, nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.

Povo:Ā Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

Ā 

O Bispo convida a bendizer e a louvar a Deus:

Ā 

Dom Joaquim: Bendito seja o Pai: ao enviar o seu Verbo, fez dele um sinal de esperança e um sacramento de redenção para a humanidade.

Ā 

R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.

Ā 

Dom Joaquim: Bendito seja o Filho: ao nascer da Virgem Maria, abriu-nos a porta da esperanƧa de uma vida nova.

Ā 

R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.

Ā 

Dom Joaquim: Bendito seja o Espírito Santo: manifestado na Encarnação, fez-nos herdeiros, pelo Batismo, da esperança na vida eterna.

Ā 

R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.

Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā 

Dom Joaquim: Irmãos e irmãs, o Mistério da Encarnação de nosso Salvador Jesus Cristo, conservado na comunhão de amor da Sagrada Família de Nazaré, é para nós fonte de profunda alegria e de firme esperança. Em comunhão com a Igreja universal, ao celebrarmos o amor do Pai manifesto na carne do Verbo feito homem e no sinal da cruz, âncora da salvação, abrimos solenemente o Ano Jubilar para a nossa Igreja de Jataí. Este rito é para nós o prelúdio de uma rica experiência de graça e de misericórdia, sempre prontos a responder a todos que nos perguntam sobre a esperança que hÔ em nós, especialmente neste tempo de guerra e turbulência. Que Cristo, nossa paz e nossa esperança, seja nosso companheiro de viagem neste ano de graça e de consolação. O Espírito Santo, que hoje, em nós e conosco, inicia esta obra, a complete até o dia de Cristo Jesus.


No final da exortação e após um instante de silêncio, o Bispo pronuncia a seguinte oração:


Dom Joaquim:Ā Oremos. Ɠ Pai, esperanƧa que nĆ£o decepciona, princĆ­pio e fim de todas as coisas, abenƧoai o inĆ­cio da nossa peregrinação atrĆ”s da cruz gloriosa do vosso Filho neste tempo de graƧa; curai as feridas dos coraƧƵes dilacerados, soltai as correntes que nos mantĆŖm escravos do pecado e prisioneiros do ódio e concedei ao vosso povo a alegria do EspĆ­rito, para que caminhe com renovada esperanƧa em direção Ć  meta desejada, Cristo, vosso Filho e nosso Senhor. Ele, que vive e reina pelos sĆ©culos dos sĆ©culos.

Segue-se a proclamação do Evangelho pelo diÔcono.


Do Evangelho de Jesus Cristo segundo João

14,1-7

Naquele tempo, disse Jesus a seus discĆ­pulos:

"Não se perturbe o vosso coração.

Tendes fƩ em Deus, tende fƩ em mim tambƩm.

Na casa de meu Pai hĆ” muitas moradas.

Se assim não fosse, eu vos teria dito.

Vou preparar um lugar para vós, se quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo,

a fim de que onde eu estiver estejais também vós.

«E para onde eu vou, vós conheceis o caminho".

TomƩ disse a Jesus:

"Senhor, nós não sabemos para onde vais.

Como podemos conhecer o caminho?"

Jesus respondeu:

"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.

Ninguém vai ao Pai senão por mim.

Se vós me conhecêsseis, conheceríeis também o meu Pai.

E desde agora o conheceis e o vistes".

Palavra da Salvação.

R. Glória a vós, Senhor.

Ā 

Depois da proclamação do Evangelho, faz-se um breve silêncio. Em seguida, os sacerdotes recitam alguns parÔgrafos da Bula de Proclamação do Jubileu OrdinÔrio, escolhidos dentre os seguintes:


Pe. Valdinei: Da Bula de Proclamação do Jubileu OrdinÔrio

"Spes non confundit - a esperança não decepciona" (Rm 5,5). Sob o sinal da esperança, o Apóstolo Paulo infunde coragem na comunidade cristã de Roma. A esperança é também a mensagem central do próximo Jubileu, que, segundo uma antiga tradição, o Papa proclama de vinte e cinco em vinte e cinco anos.

Penso em todos os peregrinos de esperança que chegarão a Roma para viver o Ano Santo e em quantos, não podendo vir à Cidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, vão celebrÔ-lo nas Igrejas particulares. Que possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, "porta" de salvação (cf. Jo 10,79); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda a parte e a todos, como sendo a "nossa esperança" (aTm 1,1).

Pe. Ronaldo: Todos esperam. No coração de cada pessoa, encerra-se a esperança como desejo e expectativa do bem, apesar de não se saber o que trarÔ consigo o amanhã. Essa imprevisibilidade do futuro, porém, faz surgir sentimentos por vezes contrapostos: desde a confiança até o medo, da serenidade ao desânimo, da certeza à dúvida. Muitas vezes, encontramos pessoas desanimadas que olham para o futuro com ceticismo e pessimismo, como se nada lhes pudesse proporcionar felicidade. Que o Jubileu seja, para todos, ocasião de reanimar a esperança!

Frei Rogério: A esperança nasce do amor e funda-se no amor que brota do Coração de Jesus trespassado na Cruz: "Se, quando éramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte de seu Filho, quanto mais agora, estando jÔ reconciliados, seremos salvos mediante sua vida!" (Rm 5,10). E a sua vida manifesta-se na nossa vida de fé, que começa com o Batismo, desenvolve-se na docilidade à graça de Deus e é por isso animada pela esperança, sempre renovada e tornada inabalÔvel pela ação do Espírito Santo. Na verdade, é o Espírito Santo, com a sua presença perene no caminho da Igreja, que irradia nos fiéis a luz da esperança: mantém-na acesa como uma tocha que nunca se apaga, para dar apoio e vigor à nossa vida. Com efeito, a esperança cristã não engana nem desilude, porque estÔ fundada na certeza de que nada e ninguém poderÔ jamais nos separar do amor divino.

Ir. Eliene:Ā AlĆ©m de beber a esperanƧa na graƧa de Deus, somos tambĆ©m chamados a descobri-la nos sinais dos tempos que o Senhor oferece. Como afirma o ConcĆ­lio Vaticano II, a Igreja tem o dever de perscrutar permanentemente os sinais dos tempos e interpretĆ”-los Ć  luz do Evangelho, de tal modo que possa responder, de forma adaptada a cada geração, Ć s perenes interrogaƧƵes dos homens sobre o sentido da vida presente e futura e de sua mĆŗtua relação" (Gaudium et Spes, n. 4). Por isso, para nĆ£o cair na tentação de nos considerarmos subjugados pelo mal e pela violĆŖncia, Ć© necessĆ”rio prestar atenção ao abundante bem que existe no mundo. Os sinais dos tempos - que contĆŖm o anelo do coração humano, necessitado da presenƧa salvĆ­fica de Deus — pedem para ser transformados em sinais de esperanƧa.

Ir. Selma: Deixemo-nos, desde jÔ, atrair pela esperança, consentindo-lhe que, por nosso intermédio, se torne contagiosa para todos que a desejam. Possa a nossa vida dizer-lhes: "Espera no Senhor, sê firme, fortaleça-se teu coração, espera no Senhor" (Sl 27,14). Que a força da esperança encha o nosso presente, aguardando com confiança o regresso do Senhor Jesus Cristo, a quem são devidos o louvor e a glória, agora e nos séculos futuros.


Ao final da leitura, o Bispo coloca incenso no turíbulo e o diÔcono inicia a procissão com estas palavras:


DiÔcono Carlos Eduardo: Irmãos e irmãs, caminhemos em nome de Cristo: caminho que conduz ao Pai, verdade que nos liberta, vida que venceu a morte.


Começa então a peregrinação até a catedral onde é celebrada a Missa. A frente vai o turiferÔrio com o turíbulo, juntamente com a cruz ornamentada e os ministros com velas ou tochas acesas ao lado da cruz; em seguida o andor com o esplendor; depois, o diÔcono com o EvangeliÔrio, o Bispo e, atrÔs dele, os sacerdotes, os outros ministros e os fiéis com, se for o caso, tochas ou lâmpadas acesas. Distribuem-se as bandeirinhas. Durante a peregrinação, em locais de parada estabelecidos pelo MCC, se rezarÔ a oração estações da esperança. Após o início da peregrinação, membros do MCC ajudarão o cerimoniÔrio a coordenar as paradas.

Ā 

Primeira Estação: "O Significado do Jubileu"


  • DiĆ”cono: ā€œProclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; serĆ” para vós um jubileuā€ (Lv 25,10).

  • Leitor 1:Ā O Jubileu, conforme instituĆ­do no Antigo Testamento, era um tempo de renovação, libertação e restauração. A cada cinquenta anos, proclamava-se liberdade aos escravos, perdĆ£o das dĆ­vidas e devolução das propriedades perdidas por dividas aos seus proprietĆ”rios originais. Em nossa sociedade atual, marcada por desigualdades, injustiƧas e opressƵes, o Jubileu nos convida a refletir sobre a necessidade de promovermos a justiƧa social, a equidade e a reconciliação entre as pessoas.

  • Leitor 2:Ā O Jubileu nos chama a uma profunda renovação espiritual e social. Ɖ um convite a reavaliarmos nossas atitudes, a praticarmos o perdĆ£o e a buscarmos a reconciliação com Deus e com o próximo. Em um mundo onde o materialismo e o individualismo prevalecem, somos desafiados a viver os valores do Reino de Deus, promovendo a solidariedade, a partilha e o amor fraterno.


Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai


  • Pe. Vicente:Ā Senhor Deus, fonte de toda justiƧa e misericórdia, concedei-nos a graƧa de compreender e viver o verdadeiro significado do Jubileu. Que possamos ser instrumentos de vossa paz, promovendo a libertação dos oprimidos, o perdĆ£o das dĆ­vidas e a restauração da dignidade humana. Ajudai-nos a construir uma sociedade mais justa e fraterna, onde todos possam experimentar o vosso amor e a vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor. AmĆ©m.


Segunda Estação: "A Esperança que Não Decepciona"


  • DiĆ”cono:Ā ā€œA esperanƧa nĆ£o decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos coraƧƵesā€ (Rm 5,5).

  • Leitor 1:Ā Vivemos tempos de incertezas, crises econĆ“micas, conflitos e desastres naturais que abalam nossa confianƧa no futuro. Muitas pessoas sentem-se desanimadas, sem perspectivas e sem forƧas para continuar. Nesse contexto, a mensagem de esperanƧa presente nas Escrituras nos lembra que nĆ£o estamos sozinhos e que Deus caminha conosco, oferecendo-nos consolo e forƧa para enfrentar as adversidades.

  • Leitor 2:Ā A esperanƧa cristĆ£ nĆ£o Ć© uma expectativa vaga ou ilusória, mas uma confianƧa firme nas promessas de Deus, que Ć© fiel e cumpre sua palavra. Essa esperanƧa nos sustenta nos momentos de provação e nos impulsiona a perseverar na fĆ©, sabendo que, em Cristo, temos a garantia da vida eterna e da vitória sobre o mal. Somos chamados a ser testemunhas dessa esperanƧa, levando luz e consolo aos que sofrem e proclamando a todos que, em Deus, a esperanƧa nĆ£o decepciona.


Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai


  • Pe. Vicente:Ā Deus de bondade e misericórdia, fortalecei nossa esperanƧa em vós. Que, mesmo diante das tribulaƧƵes, possamos confiar plenamente em vossas promessas e encontrar em vosso amor a forƧa para perseverar. Fazei de nós instrumentos de esperanƧa para nossos irmĆ£os e irmĆ£s, especialmente para aqueles que se encontram desanimados e sem direção. Por Cristo, nosso Senhor. AmĆ©m.


Terceira Estação: "A Conversão do Coração"


  • DiĆ”cono:Ā ā€œConvertei-vos e crede no Evangelhoā€ (Mc 1,15).

  • Leitor 1:Ā Em nossa vida cotidiana, somos frequentemente seduzidos por valores que nos afastam de Deus: o consumismo desenfreado, a busca pelo poder a qualquer custo, a indiferenƧa perante o sofrimento alheio. Essas atitudes endurecem nosso coração e nos distanciam do verdadeiro propósito de nossa existĆŖncia, que Ć© amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

  • Leitor 2:Ā O chamado Ć  conversĆ£o Ć© um convite amoroso de Deus para retornarmos ao caminho da santidade. Converter-se significa mudar de direção, abandonar as prĆ”ticas que nos afastam do Senhor e abraƧar uma vida conforme os ensinamentos de Cristo. Ɖ um processo contĆ­nuo de transformação interior, impulsionado pela graƧa divina, que nos capacita a viver em plenitude nossa vocação cristĆ£.

Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai

  • Pe. Vicente:Ā Senhor Jesus, que nos chamais incessantemente Ć  conversĆ£o, tocai nosso coração para que possamos reconhecer nossas faltas e buscar, com sinceridade, a mudanƧa de vida. Dai-nos a coragem de abandonar o pecado e de nos comprometer com o vosso Evangelho, vivendo em amor e verdade. Concedei-nos a graƧa de sermos testemunhas autĆŖnticas de vossa presenƧa no mundo. AmĆ©m.

Ā 

Quarta Estação: "A Misericórdia que Liberta"

  • DiĆ”cono:Ā ā€œSede misericordiosos, como vosso Pai Ć© misericordiosoā€ (Lc 6,36).

  • Leitor 1:Ā O rancor, a mĆ”goa e a falta de perdĆ£o sĆ£o prisƵes que nos impedem de experimentar a verdadeira liberdade dos filhos de Deus. Em um mundo marcado por vinganƧas e ressentimentos, a ausĆŖncia de misericórdia gera divisƵes profundas, destrói relacionamentos e impede a construção de uma sociedade harmoniosa e pacĆ­fica.

  • Leitor 2:Ā A misericórdia divina Ć© um dom que nos liberta das amarras do pecado e nos reconcilia com Deus e com os irmĆ£os. Somos chamados a refletir essa misericórdia em nossas aƧƵes cotidianas, perdoando as ofensas, acolhendo os marginalizados e estendendo a mĆ£o aos necessitados. Ao praticarmos a misericórdia, tornamo-nos canais da graƧa de Deus no mundo, promovendo a paz e a reconciliação.

Pai Nosso – Ave Maria – Glória ao Pai

  • Pe. Vicente:Ā Pai de infinita misericórdia, ensinai-nos a ser misericordiosos como vós sois. Livrai-nos do rancor e da mĆ”goa, e concedei-nos a graƧa de perdoar de coração aqueles que nos ofenderam. Que possamos, com gestos concretos, manifestar vossa compaixĆ£o e amor a todos, especialmente

Ā 

Uma vez na porta da catedral, o Bispo toma a cruz que foi levada em procissão (com a ajuda, se necessÔrio, de alguns ministros), ergue-a e, de frente para o povo, convida-o a venerÔ-la com a seguinte aclamação ou outra semelhante:

Dom Joaquim: Eis o lenho da cruz, do qual pendeu a salvação do mundo

Povo:Ā vinde adoremos!

Em seguida, o povo entra na igreja catedral passando pela porta santa. Todos se acomodam. O ministério de música inicia o cato de entrada e a procissão com a cruz da peregrinação e os ministros ordenados ingressam na igreja. Essa procissão inicia a missa. Após a incensação do altar, o bispo faz a benção e a aspersão com a Ôgua benta. Segue-se a oração prevista no rito jubilar e aspersão, que substitui o ato penitencial.

Ā 

Dom Joaquim: Meus irmãos e minhas irmãs, invoquemos o Senhor nosso Deus, para que abençoe esta Ôgua que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne ajudar-nos, para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.

Ā 

Todos rezam durante alguns instantes em silêncio. Depois o Bispo, de mãos unidas, continua:

Ā 

Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda vida, abençoai + esta Ôgua que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo. Concedei, Senhor, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre as Ôguas vivas para a nossa salvação a fim de que nos aproximemos de vós com o coração puro e sejamos livres de todos os perigos da alma e do corpo.

Por Cristo, nosso Senhor.

R. AmƩm.

Ā 

O Bispo asperge a si mesmo, aos concelebrantes, aos ministros e ao povo, percorrendo a nave da catedral precedido pelo EvangeliÔrio e pela cruz. Caso seja necessÔrio, os principais concelebrantes podem ajudar o senhor bispo na aspersão. Enquanto isso, executam-se as seguintes antífonas ou outro canto apropriado, que substitui o ato penitencial.


Dom Joaquim: Deus todo-poderoso nos purifique dos nossos pecados e, pela celebração desta Eucaristia, nos torne dignos da mesa do seu reino.

R. AmƩm.

Ā 

HINO DE LOUVOR (GLƓRIA)

Ā 

COLETA

P – Oremos.

Ɠ Deus, que nos destes os luminosos exemplos da Sagrada FamĆ­lia, concedei que, imitando-a em suas virtudes familiares e em seu espĆ­rito de caridade, possamos gozar um dia dos prĆŖmios eternos nas alegrias da vossa casa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que Ć© Deus, e convosco vive e reina, na unidade do EspĆ­rito Santo, por todos os sĆ©culos dos sĆ©culos.

T – AmĆ©m.

Ā 

LITURGIA DA PALAVRA

A – Hoje Jesus nos oferece sua Palavra para nos fortalecer na vivĆŖncia do amor que sustenta cada famĆ­lia. Escutemos.

PRIMEIRA LEITURA

Leitura do Livro do EclesiƔstico (3,3-7.14-17a)

– 3 Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mĆ£e. 4 Quem honra o seu pai, alcanƧa o perdĆ£o dos pecados; evita cometĆŖ-los e serĆ” ouvido na oração quotidiana. 5 Quem respeita a sua mĆ£e Ć© como alguĆ©m que ajunta tesouros. 6 Quem honra o seu pai, terĆ” alegria com seus próprios filhos; e, no dia em que orar, serĆ” atendido. 7 Quem respeita o seu pai, terĆ” vida longa, e quem obedece ao pai Ć© o consolo da sua mĆ£e. 14Meu filho, ampara o teu pai na velhice e nĆ£o lhe causes desgosto enquanto ele vive. 15Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura ser compreensivo para com ele; nĆ£o o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida: a caridade feita a teu pai nĆ£o serĆ” esquecida, 16mas servirĆ” para reparar os teus pecados e, na justiƧa serĆ” para tua edificação.Ā 

– Palavra do Senhor. T – GraƧas a Deus

Ā 

Ā 

SALMO 127 (128)

Ā Felizes os que temem o Senhor / e trilham seus caminhos!

1 Feliz és tu se temes o Senhor / e trilhas seus caminhos! / 2 Do trabalho de tuas mãos hÔs de viver, / serÔs feliz, tudo irÔ bem! 3 A tua esposa é uma videira bem fecunda / no coração da tua casa; / os teus filhos são rebentos de oliveira / ao redor de tua mesa. 4 SerÔ assim abençoado todo homem / que teme o Senhor. / 5 O Senhor te abençoe de Sião, / cada dia de tua vida.

Ā 

SEGUNDAĀ LEITURA

Ā 

LeituraĀ daĀ Carta deĀ SĆ£oĀ PauloĀ aos Colossenses (3,12-21) – IrmĆ£os, 12vós soisĀ amadosĀ porĀ Deus,Ā soisĀ osĀ seusĀ san- tos eleitos.Ā PorĀ isso,Ā revesti-vosĀ deĀ sin- ceraĀ misericórdia,Ā bondade, humildade, mansidĆ£oĀ eĀ paciĆŖncia,Ā 13suportando-vos unsĀ aosĀ outrosĀ eĀ perdoando-vosĀ mutua- mente, se um tiver queixa contra o ou- tro.Ā ComoĀ oĀ SenhorĀ vosĀ perdoou,Ā assim perdoaiĀ vósĀ tambĆ©m.Ā 14Mas,Ā sobretudo, amai-vosĀ unsĀ aosĀ outros, poisĀ oĀ amorĀ Ć© o vĆ­nculo da perfeição.

15Que a paz de Cristo reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agra- decidos. 16Que a palavra de Cristo, com toda a sua riqueza, habite em vós. Ensi- nai e admoestai-vos uns aos outros, com toda a sabedoria. Do fundo dos vossos corações, cantai a Deus salmos, hinos e cânticos espirituais, em ação de graças. 17Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai. 18Esposas, sede solícitas para com vossos maridos, como con- vém, no Senhor. 19Maridos, amai vos- sas esposas e não sejais grosseiros com elas. 20Filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, pois isso é bom e correto no Senhor. 21Pais, não intimideis os vossos

filhos, para que eles não desanimem.

– PalavraĀ doĀ Senhor.Ā T – GraƧasĀ aĀ Deus.

(TempoĀ deĀ silĆŖncio)

Ā 

ACLAMAƇƃO

Aleluia! Aleluia!Ā Aleluia!Ā (bis)

Que a paz de Cristo reine em vossos corações / e ricamente habite em vós sua palavra!

Ā 

EVANGELHO

Ā 

P – OĀ SenhorĀ estejaĀ convosco.

T – EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.

P – ProclamaçãoĀ doĀ EvangelhoĀ deĀ Jesus Cristo segundo Lucas.

T – GlóriaĀ aĀ vós, Senhor.

Ā 

(2,41-52) – 41Os pais de Jesus iam todos os anos a JerusalĆ©m, para a fes- ta da PĆ”scoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.

43Passados os dias da PÔscoa, come- çaram a viagem de volta, mas o me- nino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que ele estivesse na caravana, cami- nharam um dia inteiro. Depois começaram a procurÔ-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado,voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo peguntas. 47Todos os que ouviam o me- nino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas.

48Ao vĆŖ-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mĆ£e lhe disse: ā€œMeu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estĆ”vamos, an- gustiados, Ć  tua procuraā€.

49Jesus respondeu: ā€œPor que me procurĆ”veis?Ā NĆ£oĀ sabeisĀ queĀ devoĀ estarĀ na casa de meu Pai?ā€

50Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.

51Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. 52E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens.

– PalavraĀ daĀ Salvação.

T – GlóriaĀ aĀ vós, Senhor.

(TempoĀ deĀ silĆŖncio)


HOMILIA

(Após a homilia, pausa para reflexão.)

Ā 

PROFISSƃOĀ DEĀ FƉ

P – CheiosĀ deĀ confianƧa, professemos

a nossa fé.

T – CreioĀ emĀ DeusĀ Pai...

Ā 

Ā 

ORAƇƃOĀ COMUNITƁRIA


P – Apresentemos ao Senhor a nossa oração.Ā QueĀ EleĀ nosĀ abenƧoeĀ eĀ sustente. Digamos, juntos:

T – AbenƧoai-nos,Ā Senhor.

1.     Fazei, Senhor, dos fiéis da vossa Igreja que celebram este Ano Santo Jubilar, membros da vossa família divina.

2.    Despertai, Senhor, nos líderes das nações, o senso de respeito e zelo pela grande família humana.

3.     Ajudai-nos, Senhor, a defender a vida em sentido amplo, conscientes de que tudo estÔ interligado pela obra da vossa criação.

4.   Abençoai, Senhor, as famílias, para que sejam lugar da vivência do amor, do diÔlogo e dos valores do Evangelho.

(Preces espontâneas se possuir)

P – Deus de misericórdia, escutai as preces da vossa famĆ­lia e renovai, em cada lar, o ambiente de acolhimento Ć  vossa Palavra. Concedei-nos viver o AnoĀ SantoĀ Jubilar comĀ espĆ­ritoĀ deĀ fĆ© e fraternidade, e a, juntos, elevarmos a vós a nossa oração:

Pai que estÔs nos céus, a fé que nos deste no teu filho Jesus Cristo, nosso irmão, e a chama de caridade derramada nos nossos corações pelo Espírito Santo despertem em nós a bem-aventurada esperança para a vinda do teu Reino. A tua graça nos trans- forme em cultivadores diligentes das sementes do Evangelho que fermentem a humanidade e o cosmos, na espera confiante dos novos céus e da nova terra, quando, vencidas as potências do mal, se manifestar para sempre a tua glória. A graça do Jubileu reavive em nós, Peregrinos de Esperança, o desejo dos bens celestes e derrame sobre o mundo inteiro a alegria e a paz do nosso Redentor. A ti, Deus bendito na eternidade, louvor e glória pelos séculos dos séculos. Amém!

Ā 

Ā 

LITURGIAĀ EUCARƍSTICA

Ā 

ORAƇƃO

P – Orai irmĆ£os e irmĆ£s, para queĀ o meu e vosso sacrifĆ­cio seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

T – Receba o Senhor por tuas mĆ£os este sacrifĆ­cio, para glória do seu nomeĀ paraĀ nossoĀ bemĀ eĀ deĀ todaĀ aĀ sua santa Igreja.

P – Senhor, nós vos oferecemos este sacrifĆ­cioĀ deĀ reconciliação,Ā eĀ vosĀ supli- camos,Ā pelaĀ intercessĆ£oĀ daĀ VirgemĀ MĆ£e de DeusĀ eĀ deĀ SĆ£oĀ JosĆ©, queĀ firmeisĀ nossas famĆ­liasĀ naĀ vossa graƧa,Ā conservan- do-as na vossa paz. Por Cristo, nosso Senhor.

T – AmĆ©m.



ORAƇƃOĀ EUCARƍSTICAĀ III

(PrefÔcio do Natal do Senhor III)

P – OĀ SenhorĀ estejaĀ convosco.

T – EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.

P – CoraƧƵesĀ aoĀ alto.

T – OĀ nossoĀ coraçãoĀ estÔ emĀ Deus.

P – DemosĀ graƧasĀ aoĀ Senhor,Ā nossoĀ Deus.

T – É nossoĀ deverĀ eĀ nossaĀ salvação.

Ā 

Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sem- pre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.

Por ele, resplandece hoje o admirÔvel intercâmbio que nos dÔ vida nova em plenitude. Enquanto vosso Filho assume nossa fraqueza, a natureza humana rece- be uma incomparÔvel dignidade: ao tor- nar-se um de nós, ele nos torna eternos.

Por isso, unidos aos coros angélicos, nós vos louvamos e, com alegria, cantamos (dizemos) a uma só voz:

T – Santo,Ā Santo,Ā Santo...

Ā 

CP – Na verdade, vós sois Santo, ó DeusĀ doĀ universo,Ā eĀ tudoĀ oĀ queĀ criastes proclama o vosso louvor, porque, por JesusĀ Cristo,Ā vosso FilhoĀ eĀ Senhor nos- so, e pela forƧa do EspĆ­rito Santo, dais vidaĀ eĀ santidadeĀ aĀ todasĀ asĀ coisasĀ eĀ nĆ£o cessaisĀ deĀ reunirĀ paraĀ vósĀ umĀ povoĀ que vosĀ ofereƧaĀ emĀ todaĀ parte,Ā doĀ nascerĀ ao pĆ“r do sol, um sacrifĆ­cio perfeito.

CC – Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificaiĀ peloĀ EspĆ­rito SantoĀ asĀ oferen- das que vos apresentamos para serem consagradas a fim de que se tornem o CorpoĀ eĀ oĀ Sangue deĀ vossoĀ Filho, nosso SenhorĀ JesusĀ Cristo,Ā queĀ nosĀ mandouĀ ce- lebrar estes mistĆ©rios.

T – EnviaiĀ oĀ vossoĀ EspĆ­ritoĀ Santo!

Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo, que serÔ entregue por vós.

Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cÔlice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos, dizendo:

Tomai, todos, e bebei: este é o cÔlice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que serÔ derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.

Fazei isto em memória de mim.

Mistério da fé e do amor!

T – TodasĀ asĀ vezesĀ queĀ comemosĀ deste pĆ£o e bebemos deste cĆ”lice, anunciamos,Ā Senhor,Ā aĀ vossaĀ morte,Ā enquanto esperemos a vossa vinda!

CC – CelebrandoĀ agora, ó Pai,Ā oĀ memo- rialĀ daĀ paixĆ£oĀ redentoraĀ doĀ vossoĀ Filho, da suaĀ gloriosaĀ ressurreiçãoĀ eĀ ascensĆ£o aoĀ cĆ©u,Ā eĀ enquanto esperamosĀ suaĀ nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graƧas este sacrifĆ­cio vivo e santo.

T – Aceitai, ó Senhor,Ā a nossaĀ oferta!

Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o San- gue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.

T – OĀ EspĆ­ritoĀ nosĀ unaĀ numĀ só corpo!

1C – QueĀ oĀ mesmoĀ EspĆ­ritoĀ faƧaĀ deĀ nós umaĀ eternaĀ oferendaĀ paraĀ alcanƧarmosĀ a heranƧaĀ comĀ osĀ vossosĀ eleitos:Ā aĀ santĆ­s- simaĀ VirgemĀ Maria,Ā MĆ£eĀ deĀ Deus,Ā SĆ£o JosĆ©,Ā seuĀ esposo,Ā osĀ vossosĀ santosĀ ApóstolosĀ eĀ gloriososĀ MĆ”rtires,Ā (SantoĀ doĀ dia ouĀ padroeiro)Ā eĀ todosĀ osĀ Santos,Ā queĀ nĆ£o cessam de interceder por nós na vossa presenƧa.

T – Fazei de nós uma perfeita ofe- renda!

2C – Nós vos suplicamos, Senhor, que esteĀ sacrifĆ­cio daĀ nossaĀ reconciliaçãoĀ es- tendaĀ aĀ pazĀ eĀ aĀ salvação aoĀ mundoĀ intei- ro.Ā ConfirmaiĀ naĀ fé eĀ naĀ caridade aĀ vossa IgrejaĀ queĀ caminhaĀ nesteĀ mundoĀ comĀ o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N.,Ā comĀ osĀ bisposĀ doĀ mundoĀ inteiro, os presbĆ­terosĀ eĀ diĆ”conos, osĀ outrosĀ minis- tros e o povo por vós redimido.

Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Recon- duzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mun- do inteiro.

T – Lembrai-vos, ó Pai,Ā daĀ vossaĀ Igreja!

3C – AcolheiĀ comĀ bondadeĀ noĀ vossoĀ rei- noĀ osĀ nossosĀ irmĆ£osĀ eĀ irmĆ£sĀ queĀ partiram desta vida e todos os que morreram na vossaĀ amizade. UnidosĀ aĀ eles,Ā esperamos tambĆ©m nós saciar-nos eternamente da vossaĀ glória,Ā porĀ Cristo,Ā SenhorĀ nosso.Ā Por eleĀ daisĀ aoĀ mundoĀ todoĀ bemĀ eĀ todaĀ graƧa.

CPĀ ou CC – Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-pode- roso,Ā naĀ unidade doĀ EspĆ­ritoĀ Santo, toda honraĀ eĀ todaĀ glória,Ā porĀ todosĀ osĀ sĆ©culos dos sĆ©culos.

T – AmĆ©m.

RITO DA COMUNHÃO

Ā 

P – Rezemos,Ā comĀ amorĀ eĀ confianƧa,Ā a

oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

T – PaiĀ nosso...

(ContinuarĀ oĀ ritoĀ conforme oĀ Missal Romano.)

Ā 

CANTO DA COMUNHÃO

Ā 

ORAƇƃO

P – Oremos.Ā (PausaĀ paraĀ oração)

Concedei-nos, ó Pai de clemência, que, refeitos com o vosso sacramento, imite- mos continuamente a Sagrada Família e, após as dificuldades desta vida, pos- samos conviver eternamente com ela no céu. Por Cristo, nosso Senhor.

T – AmĆ©m.

Ā 

RITOSĀ FINAIS

Ā 

BÊNƇƃOĀ FINAL

Ā 

P – OĀ SenhorĀ esteja convosco.

T – EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.

P – GuardaiĀ sempre,Ā Senhor,Ā comĀ paternal bondade, a vossa famĆ­lia para que, com vossa proteção, seja livre de toda adversidade e, pela prĆ”tica das boas obras, glorifique o vosso santo nome. Por Cristo, nosso Senhor.

T – AmĆ©m.

P – EĀ aĀ bĆŖnção deĀ DeusĀ todo-poderoso, Pai e Filho e EspĆ­rito Santo, desƧa sobre vós e permaneƧa para sempre.


P – Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.

T – GraƧas a Deus.


Ā 
Ā 
Ā 
Logo-diocese.png

Praça Dom Germano, 660 - Centro, Jataí - GO CEP: 75800-035

​

(64) 3631-1820

​

diocese@diocesedejatai.org

LGPD
Política de Privacidade
  • Instagram
  • Facebook
  • Youtube

© 2025 DIOCESE DE JATAÍ - GO

bottom of page