Rito para Abertura do Ano Jubilar 2025 na Diocese de JataĆ.
- Henderson Souza
- 26 de dez. de 2024
- 15 min de leitura
Atualizado: 30 de dez. de 2024
Após a benção do SantĆssimo (Igreja do rosĆ”rio JataĆ-GO), o povo se concentra na porta da Igreja. O Bispo, dirigindo-se ao povo, diz:
Ā
Dom Joaquim:Ā Em nome do Pai e do Filho e do EspĆrito Santo.
Povo: Amém.
Depois saĆŗda o povo reunido:
Dom Joaquim:Ā O Deus da esperanƧa, que, no Verbo feito carne, nos cumula de toda alegria e paz em nossa fĆ©, pela ação do EspĆrito Santo, esteja convosco.
Povo:Ā Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Ā
O Bispo convida a bendizer e a louvar a Deus:
Ā
Dom Joaquim: Bendito seja o Pai: ao enviar o seu Verbo, fez dele um sinal de esperança e um sacramento de redenção para a humanidade.
Ā
R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.
Ā
Dom Joaquim: Bendito seja o Filho: ao nascer da Virgem Maria, abriu-nos a porta da esperanƧa de uma vida nova.
Ā
R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.
Ā
Dom Joaquim: Bendito seja o EspĆrito Santo: manifestado na Encarnação, fez-nos herdeiros, pelo Batismo, da esperanƧa na vida eterna.
Ā
R. Bendito seja o Senhor, nossa esperanƧa.
Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā Ā
Dom Joaquim:Ā IrmĆ£os e irmĆ£s, o MistĆ©rio da Encarnação de nosso Salvador Jesus Cristo, conservado na comunhĆ£o de amor da Sagrada FamĆlia de NazarĆ©, Ć© para nós fonte de profunda alegria e de firme esperanƧa. Em comunhĆ£o com a Igreja universal, ao celebrarmos o amor do Pai manifesto na carne do Verbo feito homem e no sinal da cruz, Ć¢ncora da salvação, abrimos solenemente o Ano Jubilar para a nossa Igreja de JataĆ. Este rito Ć© para nós o prelĆŗdio de uma rica experiĆŖncia de graƧa e de misericórdia, sempre prontos a responder a todos que nos perguntam sobre a esperanƧa que hĆ” em nós, especialmente neste tempo de guerra e turbulĆŖncia. Que Cristo, nossa paz e nossa esperanƧa, seja nosso companheiro de viagem neste ano de graƧa e de consolação. O EspĆrito Santo, que hoje, em nós e conosco, inicia esta obra, a complete atĆ© o dia de Cristo Jesus.
No final da exortação e após um instante de silêncio, o Bispo pronuncia a seguinte oração:
Dom Joaquim:Ā Oremos. Ć Pai, esperanƧa que nĆ£o decepciona, princĆpio e fim de todas as coisas, abenƧoai o inĆcio da nossa peregrinação atrĆ”s da cruz gloriosa do vosso Filho neste tempo de graƧa; curai as feridas dos coraƧƵes dilacerados, soltai as correntes que nos mantĆŖm escravos do pecado e prisioneiros do ódio e concedei ao vosso povo a alegria do EspĆrito, para que caminhe com renovada esperanƧa em direção Ć meta desejada, Cristo, vosso Filho e nosso Senhor. Ele, que vive e reina pelos sĆ©culos dos sĆ©culos.
Segue-se a proclamação do Evangelho pelo diÔcono.
Do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
14,1-7
Naquele tempo, disse Jesus a seus discĆpulos:
"Não se perturbe o vosso coração.
Tendes fƩ em Deus, tende fƩ em mim tambƩm.
Na casa de meu Pai hĆ” muitas moradas.
Se assim não fosse, eu vos teria dito.
Vou preparar um lugar para vós, se quando eu tiver ido preparar-vos um lugar, voltarei e vos levarei comigo,
a fim de que onde eu estiver estejais também vós.
«E para onde eu vou, vós conheceis o caminho".
TomƩ disse a Jesus:
"Senhor, nós não sabemos para onde vais.
Como podemos conhecer o caminho?"
Jesus respondeu:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.
Ninguém vai ao Pai senão por mim.
Se vós me conhecĆŖsseis, conhecerĆeis tambĆ©m o meu Pai.
E desde agora o conheceis e o vistes".
Palavra da Salvação.
R. Glória a vós, Senhor.
Ā
Depois da proclamação do Evangelho, faz-se um breve silêncio. Em seguida, os sacerdotes recitam alguns parÔgrafos da Bula de Proclamação do Jubileu OrdinÔrio, escolhidos dentre os seguintes:
Pe. Valdinei: Da Bula de Proclamação do Jubileu OrdinÔrio
"Spes non confundit - a esperança não decepciona" (Rm 5,5). Sob o sinal da esperança, o Apóstolo Paulo infunde coragem na comunidade cristã de Roma. A esperança é também a mensagem central do próximo Jubileu, que, segundo uma antiga tradição, o Papa proclama de vinte e cinco em vinte e cinco anos.
Penso em todos os peregrinos de esperança que chegarão a Roma para viver o Ano Santo e em quantos, não podendo vir à Cidade dos Apóstolos Pedro e Paulo, vão celebrÔ-lo nas Igrejas particulares. Que possa ser, para todos, um momento de encontro vivo e pessoal com o Senhor Jesus, "porta" de salvação (cf. Jo 10,79); com Ele, que a Igreja tem por missão anunciar sempre, em toda a parte e a todos, como sendo a "nossa esperança" (aTm 1,1).
Pe. Ronaldo: Todos esperam. No coração de cada pessoa, encerra-se a esperança como desejo e expectativa do bem, apesar de não se saber o que trarÔ consigo o amanhã. Essa imprevisibilidade do futuro, porém, faz surgir sentimentos por vezes contrapostos: desde a confiança até o medo, da serenidade ao desânimo, da certeza à dúvida. Muitas vezes, encontramos pessoas desanimadas que olham para o futuro com ceticismo e pessimismo, como se nada lhes pudesse proporcionar felicidade. Que o Jubileu seja, para todos, ocasião de reanimar a esperança!
Frei RogĆ©rio:Ā A esperanƧa nasce do amor e funda-se no amor que brota do Coração de Jesus trespassado na Cruz: "Se, quando Ć©ramos inimigos de Deus, fomos reconciliados com ele pela morte de seu Filho, quanto mais agora, estando jĆ” reconciliados, seremos salvos mediante sua vida!" (Rm 5,10). E a sua vida manifesta-se na nossa vida de fĆ©, que comeƧa com o Batismo, desenvolve-se na docilidade Ć graƧa de Deus e Ć© por isso animada pela esperanƧa, sempre renovada e tornada inabalĆ”vel pela ação do EspĆrito Santo. Na verdade, Ć© o EspĆrito Santo, com a sua presenƧa perene no caminho da Igreja, que irradia nos fiĆ©is a luz da esperanƧa: mantĆ©m-na acesa como uma tocha que nunca se apaga, para dar apoio e vigor Ć nossa vida. Com efeito, a esperanƧa cristĆ£ nĆ£o engana nem desilude, porque estĆ” fundada na certeza de que nada e ninguĆ©m poderĆ” jamais nos separar do amor divino.
Ir. Eliene:Ā AlĆ©m de beber a esperanƧa na graƧa de Deus, somos tambĆ©m chamados a descobri-la nos sinais dos tempos que o Senhor oferece. Como afirma o ConcĆlio Vaticano II, a Igreja tem o dever de perscrutar permanentemente os sinais dos tempos e interpretĆ”-los Ć luz do Evangelho, de tal modo que possa responder, de forma adaptada a cada geração, Ć s perenes interrogaƧƵes dos homens sobre o sentido da vida presente e futura e de sua mĆŗtua relação" (Gaudium et Spes, n. 4). Por isso, para nĆ£o cair na tentação de nos considerarmos subjugados pelo mal e pela violĆŖncia, Ć© necessĆ”rio prestar atenção ao abundante bem que existe no mundo. Os sinais dos tempos - que contĆŖm o anelo do coração humano, necessitado da presenƧa salvĆfica de Deus ā pedem para ser transformados em sinais de esperanƧa.
Ir. Selma: Deixemo-nos, desde jÔ, atrair pela esperança, consentindo-lhe que, por nosso intermédio, se torne contagiosa para todos que a desejam. Possa a nossa vida dizer-lhes: "Espera no Senhor, sê firme, fortaleça-se teu coração, espera no Senhor" (Sl 27,14). Que a força da esperança encha o nosso presente, aguardando com confiança o regresso do Senhor Jesus Cristo, a quem são devidos o louvor e a glória, agora e nos séculos futuros.
Ao final da leitura, o Bispo coloca incenso no turĆbulo e o diĆ”cono inicia a procissĆ£o com estas palavras:
DiÔcono Carlos Eduardo: Irmãos e irmãs, caminhemos em nome de Cristo: caminho que conduz ao Pai, verdade que nos liberta, vida que venceu a morte.
ComeƧa entĆ£o a peregrinação atĆ© a catedral onde Ć© celebrada a Missa. A frente vai o turiferĆ”rio com o turĆbulo, juntamente com a cruz ornamentada e os ministros com velas ou tochas acesas ao lado da cruz; em seguida o andor com o esplendor; depois, o diĆ”cono com o EvangeliĆ”rio, o Bispo e, atrĆ”s dele, os sacerdotes, os outros ministros e os fiĆ©is com, se for o caso, tochas ou lĆ¢mpadas acesas. Distribuem-se as bandeirinhas. Durante a peregrinação, em locais de parada estabelecidos pelo MCC, se rezarĆ” a oração estaƧƵes da esperanƧa. Após o inĆcio da peregrinação, membros do MCC ajudarĆ£o o cerimoniĆ”rio a coordenar as paradas.
Ā
Primeira Estação: "O Significado do Jubileu"
DiĆ”cono: āProclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; serĆ” para vós um jubileuā (Lv 25,10).
Leitor 1:Ā O Jubileu, conforme instituĆdo no Antigo Testamento, era um tempo de renovação, libertação e restauração. A cada cinquenta anos, proclamava-se liberdade aos escravos, perdĆ£o das dĆvidas e devolução das propriedades perdidas por dividas aos seus proprietĆ”rios originais. Em nossa sociedade atual, marcada por desigualdades, injustiƧas e opressƵes, o Jubileu nos convida a refletir sobre a necessidade de promovermos a justiƧa social, a equidade e a reconciliação entre as pessoas.
Leitor 2: O Jubileu nos chama a uma profunda renovação espiritual e social. à um convite a reavaliarmos nossas atitudes, a praticarmos o perdão e a buscarmos a reconciliação com Deus e com o próximo. Em um mundo onde o materialismo e o individualismo prevalecem, somos desafiados a viver os valores do Reino de Deus, promovendo a solidariedade, a partilha e o amor fraterno.
Pai Nosso ā Ave Maria ā Glória ao Pai
Pe. Vicente:Ā Senhor Deus, fonte de toda justiƧa e misericórdia, concedei-nos a graƧa de compreender e viver o verdadeiro significado do Jubileu. Que possamos ser instrumentos de vossa paz, promovendo a libertação dos oprimidos, o perdĆ£o das dĆvidas e a restauração da dignidade humana. Ajudai-nos a construir uma sociedade mais justa e fraterna, onde todos possam experimentar o vosso amor e a vossa misericórdia. Por Cristo, nosso Senhor. AmĆ©m.
Segunda Estação: "A Esperança que Não Decepciona"
DiĆ”cono:Ā āA esperanƧa nĆ£o decepciona, porque o amor de Deus foi derramado em nossos coraƧƵesā (Rm 5,5).
Leitor 1: Vivemos tempos de incertezas, crises econÓmicas, conflitos e desastres naturais que abalam nossa confiança no futuro. Muitas pessoas sentem-se desanimadas, sem perspectivas e sem forças para continuar. Nesse contexto, a mensagem de esperança presente nas Escrituras nos lembra que não estamos sozinhos e que Deus caminha conosco, oferecendo-nos consolo e força para enfrentar as adversidades.
Leitor 2: A esperança cristã não é uma expectativa vaga ou ilusória, mas uma confiança firme nas promessas de Deus, que é fiel e cumpre sua palavra. Essa esperança nos sustenta nos momentos de provação e nos impulsiona a perseverar na fé, sabendo que, em Cristo, temos a garantia da vida eterna e da vitória sobre o mal. Somos chamados a ser testemunhas dessa esperança, levando luz e consolo aos que sofrem e proclamando a todos que, em Deus, a esperança não decepciona.
Pai Nosso ā Ave Maria ā Glória ao Pai
Pe. Vicente: Deus de bondade e misericórdia, fortalecei nossa esperança em vós. Que, mesmo diante das tribulações, possamos confiar plenamente em vossas promessas e encontrar em vosso amor a força para perseverar. Fazei de nós instrumentos de esperança para nossos irmãos e irmãs, especialmente para aqueles que se encontram desanimados e sem direção. Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Terceira Estação: "A Conversão do Coração"
DiĆ”cono:Ā āConvertei-vos e crede no Evangelhoā (Mc 1,15).
Leitor 1: Em nossa vida cotidiana, somos frequentemente seduzidos por valores que nos afastam de Deus: o consumismo desenfreado, a busca pelo poder a qualquer custo, a indiferença perante o sofrimento alheio. Essas atitudes endurecem nosso coração e nos distanciam do verdadeiro propósito de nossa existência, que é amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.
Leitor 2:Ā O chamado Ć conversĆ£o Ć© um convite amoroso de Deus para retornarmos ao caminho da santidade. Converter-se significa mudar de direção, abandonar as prĆ”ticas que nos afastam do Senhor e abraƧar uma vida conforme os ensinamentos de Cristo. Ć um processo contĆnuo de transformação interior, impulsionado pela graƧa divina, que nos capacita a viver em plenitude nossa vocação cristĆ£.
Pai Nosso ā Ave Maria ā Glória ao Pai
Pe. Vicente: Senhor Jesus, que nos chamais incessantemente à conversão, tocai nosso coração para que possamos reconhecer nossas faltas e buscar, com sinceridade, a mudança de vida. Dai-nos a coragem de abandonar o pecado e de nos comprometer com o vosso Evangelho, vivendo em amor e verdade. Concedei-nos a graça de sermos testemunhas autênticas de vossa presença no mundo. Amém.
Ā
Quarta Estação: "A Misericórdia que Liberta"
DiĆ”cono:Ā āSede misericordiosos, como vosso Pai Ć© misericordiosoā (Lc 6,36).
Leitor 1:Ā O rancor, a mĆ”goa e a falta de perdĆ£o sĆ£o prisƵes que nos impedem de experimentar a verdadeira liberdade dos filhos de Deus. Em um mundo marcado por vinganƧas e ressentimentos, a ausĆŖncia de misericórdia gera divisƵes profundas, destrói relacionamentos e impede a construção de uma sociedade harmoniosa e pacĆfica.
Leitor 2: A misericórdia divina é um dom que nos liberta das amarras do pecado e nos reconcilia com Deus e com os irmãos. Somos chamados a refletir essa misericórdia em nossas ações cotidianas, perdoando as ofensas, acolhendo os marginalizados e estendendo a mão aos necessitados. Ao praticarmos a misericórdia, tornamo-nos canais da graça de Deus no mundo, promovendo a paz e a reconciliação.
Pai Nosso ā Ave Maria ā Glória ao Pai
Pe. Vicente: Pai de infinita misericórdia, ensinai-nos a ser misericordiosos como vós sois. Livrai-nos do rancor e da mÔgoa, e concedei-nos a graça de perdoar de coração aqueles que nos ofenderam. Que possamos, com gestos concretos, manifestar vossa compaixão e amor a todos, especialmente
Ā
Uma vez na porta da catedral, o Bispo toma a cruz que foi levada em procissão (com a ajuda, se necessÔrio, de alguns ministros), ergue-a e, de frente para o povo, convida-o a venerÔ-la com a seguinte aclamação ou outra semelhante:
Dom Joaquim: Eis o lenho da cruz, do qual pendeu a salvação do mundo
Povo:Ā vinde adoremos!
Em seguida, o povo entra na igreja catedral passando pela porta santa. Todos se acomodam. O ministério de música inicia o cato de entrada e a procissão com a cruz da peregrinação e os ministros ordenados ingressam na igreja. Essa procissão inicia a missa. Após a incensação do altar, o bispo faz a benção e a aspersão com a Ôgua benta. Segue-se a oração prevista no rito jubilar e aspersão, que substitui o ato penitencial.
Ā
Dom Joaquim:Ā Meus irmĆ£os e minhas irmĆ£s, invoquemos o Senhor nosso Deus, para que abenƧoe esta Ć”gua que vai ser aspergida sobre nós, recordando o nosso Batismo. Que ele se digne ajudar-nos, para permanecermos fiĆ©is ao EspĆrito que recebemos.
Ā
Todos rezam durante alguns instantes em silêncio. Depois o Bispo, de mãos unidas, continua:
Ā
Senhor Deus todo-poderoso, fonte e origem de toda vida, abençoai + esta Ôgua que vamos usar confiantes para implorar o perdão dos nossos pecados e alcançar a proteção da vossa graça contra toda doença e cilada do inimigo. Concedei, Senhor, que, por vossa misericórdia, jorrem sempre as Ôguas vivas para a nossa salvação a fim de que nos aproximemos de vós com o coração puro e sejamos livres de todos os perigos da alma e do corpo.
Por Cristo, nosso Senhor.
R. AmƩm.
Ā
O Bispo asperge a si mesmo, aos concelebrantes, aos ministros e ao povo, percorrendo a nave da catedral precedido pelo EvangeliĆ”rio e pela cruz. Caso seja necessĆ”rio, os principais concelebrantes podem ajudar o senhor bispo na aspersĆ£o. Enquanto isso, executam-se as seguintes antĆfonas ou outro canto apropriado, que substitui o ato penitencial.
Dom Joaquim: Deus todo-poderoso nos purifique dos nossos pecados e, pela celebração desta Eucaristia, nos torne dignos da mesa do seu reino.
R. AmƩm.
Ā
HINO DE LOUVOR (GLĆRIA)
Ā
COLETA
P ā Oremos.
Ć Deus, que nos destes os luminosos exemplos da Sagrada FamĆlia, concedei que, imitando-a em suas virtudes familiares e em seu espĆrito de caridade, possamos gozar um dia dos prĆŖmios eternos nas alegrias da vossa casa. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que Ć© Deus, e convosco vive e reina, na unidade do EspĆrito Santo, por todos os sĆ©culos dos sĆ©culos.
T ā AmĆ©m.
Ā
LITURGIA DA PALAVRA
A ā Hoje Jesus nos oferece sua Palavra para nos fortalecer na vivĆŖncia do amor que sustenta cada famĆlia. Escutemos.
PRIMEIRA LEITURA
Leitura do Livro do EclesiƔstico (3,3-7.14-17a)
ā 3 Deus honra o pai nos filhos e confirma, sobre eles, a autoridade da mĆ£e. 4 Quem honra o seu pai, alcanƧa o perdĆ£o dos pecados; evita cometĆŖ-los e serĆ” ouvido na oração quotidiana. 5 Quem respeita a sua mĆ£e Ć© como alguĆ©m que ajunta tesouros. 6 Quem honra o seu pai, terĆ” alegria com seus próprios filhos; e, no dia em que orar, serĆ” atendido. 7 Quem respeita o seu pai, terĆ” vida longa, e quem obedece ao pai Ć© o consolo da sua mĆ£e. 14Meu filho, ampara o teu pai na velhice e nĆ£o lhe causes desgosto enquanto ele vive. 15Mesmo que ele esteja perdendo a lucidez, procura ser compreensivo para com ele; nĆ£o o humilhes, em nenhum dos dias de sua vida: a caridade feita a teu pai nĆ£o serĆ” esquecida, 16mas servirĆ” para reparar os teus pecados e, na justiƧa serĆ” para tua edificação.Ā
ā Palavra do Senhor. T ā GraƧas a Deus
Ā
Ā
SALMO 127 (128)
Ā Felizes os que temem o Senhor / e trilham seus caminhos!
1 Feliz és tu se temes o Senhor / e trilhas seus caminhos! / 2 Do trabalho de tuas mãos hÔs de viver, / serÔs feliz, tudo irÔ bem! 3 A tua esposa é uma videira bem fecunda / no coração da tua casa; / os teus filhos são rebentos de oliveira / ao redor de tua mesa. 4 SerÔ assim abençoado todo homem / que teme o Senhor. / 5 O Senhor te abençoe de Sião, / cada dia de tua vida.
Ā
SEGUNDAĀ LEITURA
Ā
LeituraĀ daĀ Carta deĀ SĆ£oĀ PauloĀ aos Colossenses (3,12-21) ā IrmĆ£os, 12vós soisĀ amadosĀ porĀ Deus,Ā soisĀ osĀ seusĀ san- tos eleitos.Ā PorĀ isso,Ā revesti-vosĀ deĀ sin- ceraĀ misericórdia,Ā bondade, humildade, mansidĆ£oĀ eĀ paciĆŖncia,Ā 13suportando-vos unsĀ aosĀ outrosĀ eĀ perdoando-vosĀ mutua- mente, se um tiver queixa contra o ou- tro.Ā ComoĀ oĀ SenhorĀ vosĀ perdoou,Ā assim perdoaiĀ vósĀ tambĆ©m.Ā 14Mas,Ā sobretudo, amai-vosĀ unsĀ aosĀ outros, poisĀ oĀ amorĀ Ć© o vĆnculo da perfeição.
15QueĀ aĀ pazĀ deĀ CristoĀ reineĀ emĀ vossos coraƧƵes,Ā Ć Ā qualĀ fostes chamadosĀ como membrosĀ deĀ umĀ só corpo.Ā EĀ sedeĀ agra- decidos.Ā 16QueĀ aĀ palavra deĀ Cristo,Ā com toda aĀ suaĀ riqueza,Ā habiteĀ emĀ vós.Ā Ensi- naiĀ eĀ admoestai-vosĀ unsĀ aosĀ outros,Ā com toda a sabedoria. Do fundo dos vossos coraƧƵes,Ā cantaiĀ aĀ DeusĀ salmos, hinosĀ e cĆ¢nticosĀ espirituais,Ā emĀ açãoĀ deĀ graƧas. 17TudoĀ oĀ queĀ fizerdes,Ā emĀ palavras ouĀ obras,Ā sejaĀ feitoĀ emĀ nomeĀ doĀ Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graƧasĀ a Deus, o Pai. 18Esposas, sede solĆcitas paraĀ comĀ vossosĀ maridos, comoĀ con- vĆ©m,Ā noĀ Senhor.Ā 19Maridos,Ā amaiĀ vos- sasĀ esposasĀ eĀ nĆ£oĀ sejaisĀ grosseirosĀ com elas. 20Filhos,Ā obedeceiĀ emĀ tudoĀ aos vossosĀ pais,Ā poisĀ isso é bomĀ eĀ corretoĀ no Senhor.Ā 21Pais,Ā nĆ£oĀ intimideisĀ osĀ vossos
filhos, para que eles não desanimem.
āĀ PalavraĀ doĀ Senhor.Ā TĀ āĀ GraƧasĀ aĀ Deus.
(TempoĀ deĀ silĆŖncio)
Ā
ACLAMAĆĆO
Aleluia! Aleluia!Ā Aleluia!Ā (bis)
Que a paz de Cristo reine em vossos corações / e ricamente habite em vós sua palavra!
Ā
EVANGELHO
Ā
PĀ āĀ OĀ SenhorĀ estejaĀ convosco.
TĀ āĀ EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.
PĀ āĀ ProclamaçãoĀ doĀ EvangelhoĀ deĀ Jesus Cristo segundo Lucas.
TĀ āĀ GlóriaĀ aĀ vós, Senhor.
Ā
(2,41-52) ā 41Os pais de Jesus iam todos os anos a JerusalĆ©m, para a fes- ta da PĆ”scoa. 42Quando ele completou doze anos, subiram para a festa, como de costume.
43Passados os dias da PÔscoa, come- çaram a viagem de volta, mas o me- nino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o notassem. 44Pensando que ele estivesse na caravana, cami- nharam um dia inteiro. Depois começaram a procurÔ-lo entre os parentes e conhecidos. 45Não o tendo encontrado,voltaram para Jerusalém à sua procura. 46Três dias depois, o encontraram no Templo. Estava sentado no meio dos mestres, escutando e fazendo peguntas. 47Todos os que ouviam o me- nino estavam maravilhados com sua inteligência e suas respostas.
48Ao vĆŖ-lo, seus pais ficaram muito admirados e sua mĆ£e lhe disse: āMeu filho, por que agiste assim conosco? Olha que teu pai e eu estĆ”vamos, an- gustiados, Ć tua procuraā.
49Jesus respondeu: āPor que me procurĆ”veis?Ā NĆ£oĀ sabeisĀ queĀ devoĀ estarĀ na casa de meu Pai?ā
50Eles, porém, não compreenderam as palavras que lhes dissera.
51Jesus desceu então com seus pais para Nazaré, e era-lhes obediente. Sua mãe, porém, conservava no coração todas estas coisas. 52E Jesus crescia em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e diante dos homens.
āĀ PalavraĀ daĀ Salvação.
TĀ āĀ GlóriaĀ aĀ vós, Senhor.
(TempoĀ deĀ silĆŖncio)
HOMILIA
(Após a homilia, pausa para reflexão.)
Ā
PROFISSĆOĀ DEĀ FĆ
P āĀ CheiosĀ deĀ confianƧa, professemos
a nossa fé.
TĀ āĀ CreioĀ emĀ DeusĀ Pai...
Ā
Ā
ORAĆĆOĀ COMUNITĆRIA
P ā Apresentemos ao Senhor a nossa oração.Ā QueĀ EleĀ nosĀ abenƧoeĀ eĀ sustente. Digamos, juntos:
TĀ āĀ AbenƧoai-nos,Ā Senhor.
1.Ā Ā Ā Ā Fazei, Senhor, dos fiĆ©is da vossa IgrejaĀ queĀ celebramĀ esteĀ AnoĀ SantoĀ Jubilar,Ā membros daĀ vossaĀ famĆlia divina.
2.Ā Ā Ā Despertai, Senhor, nos lĆderes das naƧƵes, o senso de respeito e zelo pela grande famĆlia humana.
3.    Ajudai-nos, Senhor, a defender a vida em sentido amplo, conscientes de que tudo estÔ interligado pela obra da vossa criação.
4.Ā Ā AbenƧoai, Senhor, as famĆlias, para que sejam lugar da vivĆŖncia do amor, doĀ diĆ”logo eĀ dosĀ valoresĀ doĀ Evangelho.
(Preces espontâneas se possuir)
P ā Deus de misericórdia, escutai as preces da vossa famĆlia e renovai, em cada lar, o ambiente de acolhimento Ć vossa Palavra. Concedei-nos viver o AnoĀ SantoĀ Jubilar comĀ espĆritoĀ deĀ fĆ© e fraternidade, e a, juntos, elevarmos a vós a nossa oração:
Pai que estĆ”s nos cĆ©us, a fĆ© que nos desteĀ noĀ teuĀ filho JesusĀ Cristo,Ā nosso irmĆ£o,Ā eĀ aĀ chama deĀ caridadeĀ derramada nos nossos coraƧƵes pelo EspĆritoĀ SantoĀ despertemĀ emĀ nósĀ aĀ bem-aventurada esperanƧa para a vinda do teu Reino.Ā AĀ tua graƧa nos trans- formeĀ emĀ cultivadoresĀ diligentesĀ das sementes do Evangelho que fermentem a humanidade e o cosmos, na espera confiante dos novos cĆ©us e da nova terra, quando, vencidas as potĆŖncias do mal, se manifestar para sempre a tua glória. A graƧa do Jubileu reavive em nós, Peregrinos de EsperanƧa,Ā oĀ desejoĀ dosĀ bensĀ celestes e derrame sobre o mundo inteiro a alegria e a paz do nosso Redentor.Ā A ti, Deus bendito na eternidade, louvorĀ eĀ glóriaĀ pelos sĆ©culosĀ dosĀ sĆ©culos. AmĆ©m!
Ā
Ā
LITURGIAĀ EUCARĆSTICA
Ā
ORAĆĆO
P ā Orai irmĆ£os e irmĆ£s, para queĀ o meu e vosso sacrifĆcio seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
T ā Receba o Senhor por tuas mĆ£os este sacrifĆcio, para glória do seu nomeĀ paraĀ nossoĀ bemĀ eĀ deĀ todaĀ aĀ sua santa Igreja.
P ā Senhor, nós vos oferecemos este sacrifĆcioĀ deĀ reconciliação,Ā eĀ vosĀ supli- camos,Ā pelaĀ intercessĆ£oĀ daĀ VirgemĀ MĆ£e de DeusĀ eĀ deĀ SĆ£oĀ JosĆ©, queĀ firmeisĀ nossas famĆliasĀ naĀ vossa graƧa,Ā conservan- do-as na vossa paz. Por Cristo, nosso Senhor.
T ā AmĆ©m.
ORAĆĆOĀ EUCARĆSTICAĀ III
(PrefÔcio do Natal do Senhor III)
PĀ āĀ OĀ SenhorĀ estejaĀ convosco.
TĀ āĀ EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.
PĀ āĀ CoraƧƵesĀ aoĀ alto.
TĀ āĀ OĀ nossoĀ coraçãoĀ estÔ emĀ Deus.
PĀ āĀ DemosĀ graƧasĀ aoĀ Senhor,Ā nossoĀ Deus.
TĀ āĀ ĆĀ nossoĀ deverĀ eĀ nossaĀ salvação.
Ā
Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sem- pre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.
Por ele, resplandece hoje o admirÔvel intercâmbio que nos dÔ vida nova em plenitude. Enquanto vosso Filho assume nossa fraqueza, a natureza humana rece- be uma incomparÔvel dignidade: ao tor- nar-se um de nós, ele nos torna eternos.
Por isso, unidos aos coros angélicos, nós vos louvamos e, com alegria, cantamos (dizemos) a uma só voz:
TĀ āĀ Santo,Ā Santo,Ā Santo...
Ā
CP ā Na verdade, vós sois Santo, ó DeusĀ doĀ universo,Ā eĀ tudoĀ oĀ queĀ criastes proclama o vosso louvor, porque, por JesusĀ Cristo,Ā vosso FilhoĀ eĀ Senhor nos- so, e pela forƧa do EspĆrito Santo, dais vidaĀ eĀ santidadeĀ aĀ todasĀ asĀ coisasĀ eĀ nĆ£o cessaisĀ deĀ reunirĀ paraĀ vósĀ umĀ povoĀ que vosĀ ofereƧaĀ emĀ todaĀ parte,Ā doĀ nascerĀ ao pĆ“r do sol, um sacrifĆcio perfeito.
CC ā Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificaiĀ peloĀ EspĆrito SantoĀ asĀ oferen- das que vos apresentamos para serem consagradas a fim de que se tornem o CorpoĀ eĀ oĀ Sangue deĀ vossoĀ Filho, nosso SenhorĀ JesusĀ Cristo,Ā queĀ nosĀ mandouĀ ce- lebrar estes mistĆ©rios.
TĀ āĀ EnviaiĀ oĀ vossoĀ EspĆritoĀ Santo!
Na noite em que ia ser entregue, Jesus tomou o pĆ£o, pronunciou a bĆŖnção de ação de graƧas, partiu e o deu a seus discĆpulos, dizendo:
Tomai, todos, e comei: isto é o meu Corpo, que serÔ entregue por vós.
DoĀ mesmoĀ modo,Ā noĀ fimĀ daĀ Ceia,Ā eleĀ tomouĀ oĀ cĆ”lice emĀ suasĀ mĆ£os,Ā pronunciou a bĆŖnção de ação de graƧas, e o deu a seusĀ discĆpulos,Ā dizendo:
Tomai, todos, e bebei: este é o cÔlice do meu Sangue, o Sangue da nova e eterna aliança, que serÔ derramado por vós e por todos para remissão dos pecados.
Fazei isto em memória de mim.
Mistério da fé e do amor!
TĀ āĀ TodasĀ asĀ vezesĀ queĀ comemosĀ deste pĆ£o e bebemos deste cĆ”lice, anunciamos,Ā Senhor,Ā aĀ vossaĀ morte,Ā enquanto esperemos a vossa vinda!
CCĀ āĀ CelebrandoĀ agora, ó Pai,Ā oĀ memo- rialĀ daĀ paixĆ£oĀ redentoraĀ doĀ vossoĀ Filho, da suaĀ gloriosaĀ ressurreiçãoĀ eĀ ascensĆ£o aoĀ cĆ©u,Ā eĀ enquanto esperamosĀ suaĀ nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graƧas este sacrifĆcio vivo e santo.
TĀ āĀ Aceitai, ó Senhor,Ā a nossaĀ oferta!
OlhaiĀ comĀ bondade aĀ oblaçãoĀ daĀ vossa IgrejaĀ eĀ reconheceiĀ nelaĀ oĀ sacrifĆcioĀ que nosĀ reconciliouĀ convosco;Ā concedeiĀ que, alimentando-nosĀ comĀ oĀ CorpoĀ eĀ oĀ San- gueĀ doĀ vossoĀ Filho,Ā repletos doĀ EspĆrito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espĆrito.
TĀ āĀ OĀ EspĆritoĀ nosĀ unaĀ numĀ só corpo!
1CĀ āĀ QueĀ oĀ mesmoĀ EspĆritoĀ faƧaĀ deĀ nós umaĀ eternaĀ oferendaĀ paraĀ alcanƧarmosĀ a heranƧaĀ comĀ osĀ vossosĀ eleitos:Ā aĀ santĆs- simaĀ VirgemĀ Maria,Ā MĆ£eĀ deĀ Deus,Ā SĆ£o JosĆ©,Ā seuĀ esposo,Ā osĀ vossosĀ santosĀ ApóstolosĀ eĀ gloriososĀ MĆ”rtires,Ā (SantoĀ doĀ dia ouĀ padroeiro)Ā eĀ todosĀ osĀ Santos,Ā queĀ nĆ£o cessam de interceder por nós na vossa presenƧa.
T ā Fazei de nós uma perfeita ofe- renda!
2CĀ ā Nós vos suplicamos, Senhor, que esteĀ sacrifĆcio daĀ nossaĀ reconciliaçãoĀ es- tendaĀ aĀ pazĀ eĀ aĀ salvação aoĀ mundoĀ intei- ro.Ā ConfirmaiĀ naĀ fé eĀ naĀ caridade aĀ vossa IgrejaĀ queĀ caminhaĀ nesteĀ mundoĀ comĀ o vosso servo o Papa N. e o nosso Bispo N.,Ā comĀ osĀ bisposĀ doĀ mundoĀ inteiro, os presbĆterosĀ eĀ diĆ”conos, osĀ outrosĀ minis- tros e o povo por vós redimido.
Atendei propĆcio Ć s preces desta famĆlia, queĀ reunistesĀ emĀ vossaĀ presenƧa.Ā Recon- duziĀ aĀ vós,Ā PaiĀ deĀ misericórdia,Ā todosĀ os vossos filhos e filhas dispersos pelo mun- do inteiro.
TĀ āĀ Lembrai-vos, ó Pai,Ā daĀ vossaĀ Igreja!
3CĀ āĀ AcolheiĀ comĀ bondadeĀ noĀ vossoĀ rei- noĀ osĀ nossosĀ irmĆ£osĀ eĀ irmĆ£sĀ queĀ partiram desta vida e todos os que morreram na vossaĀ amizade. UnidosĀ aĀ eles,Ā esperamos tambĆ©m nós saciar-nos eternamente da vossaĀ glória,Ā porĀ Cristo,Ā SenhorĀ nosso.Ā Por eleĀ daisĀ aoĀ mundoĀ todoĀ bemĀ eĀ todaĀ graƧa.
CPĀ ou CC ā Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-pode- roso,Ā naĀ unidade doĀ EspĆritoĀ Santo, toda honraĀ eĀ todaĀ glória,Ā porĀ todosĀ osĀ sĆ©culos dos sĆ©culos.
T ā AmĆ©m.
RITOĀ DAĀ COMUNHĆO
Ā
PĀ āĀ Rezemos,Ā comĀ amorĀ eĀ confianƧa,Ā a
oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
TĀ āĀ PaiĀ nosso...
(ContinuarĀ oĀ ritoĀ conforme oĀ Missal Romano.)
Ā
CANTOĀ DAĀ COMUNHĆO
Ā
ORAĆĆO
PĀ āĀ Oremos.Ā (PausaĀ paraĀ oração)
Concedei-nos, ó PaiĀ deĀ clemĆŖncia,Ā que, refeitosĀ comĀ oĀ vossoĀ sacramento,Ā imite- mos continuamente a Sagrada FamĆlia e,Ā apósĀ asĀ dificuldadesĀ destaĀ vida,Ā pos- samosĀ conviverĀ eternamenteĀ comĀ elaĀ no cĆ©u. Por Cristo, nosso Senhor.
TĀ āĀ AmĆ©m.
Ā
RITOSĀ FINAIS
Ā
BĆNĆĆOĀ FINAL
Ā
PĀ āĀ OĀ SenhorĀ esteja convosco.
TĀ āĀ EleĀ estÔ noĀ meioĀ deĀ nós.
PĀ āĀ GuardaiĀ sempre,Ā Senhor,Ā comĀ paternal bondade, a vossa famĆlia para que, com vossa proteção, seja livre de toda adversidade e, pela prĆ”tica das boas obras, glorifique o vosso santo nome. Por Cristo, nosso Senhor.
T āĀ AmĆ©m.
PĀ āĀ EĀ aĀ bĆŖnção deĀ DeusĀ todo-poderoso, Pai e Filho e EspĆrito Santo, desƧa sobre vós e permaneƧa para sempre.
P ā Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
T ā GraƧas a Deus.



